Invoque seus temores e lhes cante mùsicas de dormir, para que se percam nos sonhos de outrem.
Convide a sua angùstia para caminhar na beira da praia.
Beije sua fraqueza, entrelaçando lascivamente a sua lingua na dela.
Toque a valsa vienense para seus rancores empedrados.
Visite, e leve flores, para sua intolerância que definha num asilo.
Tome um café com seu fracasso.
Faça um strip-tease mais que obsceno para seu complexo de decência.
Escancare as portas e janelas da casa da mesquinhez.
Compre um algodão doce para sua covardia.
Acene docemente para a morte.
Convide a sua angùstia para caminhar na beira da praia.
Beije sua fraqueza, entrelaçando lascivamente a sua lingua na dela.
Toque a valsa vienense para seus rancores empedrados.
Visite, e leve flores, para sua intolerância que definha num asilo.
Tome um café com seu fracasso.
Faça um strip-tease mais que obsceno para seu complexo de decência.
Escancare as portas e janelas da casa da mesquinhez.
Compre um algodão doce para sua covardia.
Acene docemente para a morte.
E quando o vento sopra, engravidando as virginais cortinas brancas, os olhos deles brilham num sorriso quase diabòlico.
Deslizam pelo chão de azulejos frios
E o agora acontece em suspenso com calafrios de eternidade:
Um deles compete com o vento.
Deslizam pelo chão de azulejos frios
E o agora acontece em suspenso com calafrios de eternidade:
Um deles compete com o vento.
* homens feitos de vento
4 comentários:
Cada vez me surpreendo mais! ^^
simplesmente lindo,
de fato!
Bacana que tem mantido aqui,
encantada! Vou passar por aqui mais vezes keka!!
um beijo
=*
gostei do texto
£ö®×
Dos seus mais bonitos textos !
:-))
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